22/09/2017 16h18 - Atualizado em 22/09/2017 16h18

Instituto Emater orienta a correta criação de bezerras

A produção de grãos e a pecuária são as principais atividades econômicas de Campina a Lagoa, no Vale do Piquiri. Para muitas famílias, a produção de leite é a certeza de uma renda constante na propriedade. Por isso mesmo os técnicos do Instituto Emater têm atuado para orientar a produção de alimentos para o gado, gestão da propriedade, nutrição e sanidade do rebanho.

O manejo das bezerras é uma prática que vem ganhando destaque já que é fundamental para o futuro do plantel. Na comunidade da Estrada Velha de Ubiratã, um grupo de produtores se reuniu com técnicos, no último dia 15, para conversar sobre os cuidados necessários com a criação de animais jovens.

De acordo com os técnicos que acompanham as propriedades rurais no município, normalmente as bezerras recebem poucos cuidados. Isso reflete diretamente na alta mortalidade e baixa produção futura desses animais. Para minimizar o problema, os técnicos orientaram os produtores a dispensarem mais cuidados com as vacas gestantes e também com as bezerras até atingirem a idade adulta. Segundo os extensionistas, o produtor deve priorizar o manejo alimentar, sanitário e o bem-estar dos animais.

Na propriedade da família Comper, por exemplo, os proprietários perceberam que seus animais não estavam se desenvolvendo como deveriam. Eles buscaram a assistência técnica do Instituto Emater e foi possível verificar que a maioria das bezerras estava abaixo do peso, indicando falhas no manejo. Esse fato estava levando a um atraso na primeira cria desses animais e menor eficiência na produção. Para resolver o impasse, a dieta e o manejo sanitário dos animais foram ajustados. Os extensionistas passaram a acompanhar a propriedade mensalmente e em pouco tempo já se observou significativa evolução no desenvolvimento das bezerras.

Atualmente os técnicos do escritório do Instituto Emater de Campina da Lagoa prestam assistência a 40 propriedades do município que lidam com a produção leiteira. Por meio de visitas ou reuniões em grupo, os extensionistas repassam informações para os criadores que passam a adotar novas práticas de manejo, dando sustentabilidade à atividade leiteira.

 

Fonte: Emater

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  • Feijão Carioca -Tipo 1 – Paraná (Seab)

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  • Suíno vivo – Jaraguá do Sul/SC (Epagri)

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